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OBSERVATÓRIOS
Energia Agua
José Sá Fernandes
"Só estando bem informados é que os cidadãos se sentirão motivados para participar e só com esses dados acessíveis é que poderemos monitorizar os benefícios que o comportamento que cada um pode ter na cidade e, consequentemente, continuar a caminhar para a necessária mudança".
José Sá Fernandes,
Vereador do Ambiente, Estrutura Verde, Clima e Energia da CML
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Lisboa ganhou o prémio Capital Verde Europeia 2020. Esta importante distinção da Comissão Europeia valoriza inequivocamente os esforços para a construção de uma cidade sustentável, bem como os significativos avanços nas áreas da eficiência energética e da gestão da água.
A importância dessa distinção para uma cidade como Lisboa, que enfrenta os duros desafios climáticos dos países do Sul, aumenta a responsabilidade e o compromisso de Lisboa em colocar as alterações climáticas no centro da agenda política das cidades europeias e dos países de língua oficial portuguesa.
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A Câmara Municipal de Lisboa tem vindo a desenvolver esforços, durante a última década, no sentido de tornar Lisboa uma cidade mais verde e amiga das pessoas. O Município incluiu, em 2012, as alterações climáticas como uma das sete políticas urbanísticas fundamentais, assentes num modelo de desenvolvimento territorial suportado por dois sistemas vitais - sistema ecológico e sistema de mobilidade e transportes - traduzido num conjunto de medidas e orientações para a gestão municipal.
Adicionalmente, as políticas ambientais do Município de Lisboa têm também vindo a ser refletidas nos compromissos voluntários de participação em redes internacionais como o Covenant of Mayors/Pacto dos Autarcas (2009) e o Mayor’s Adapt (2014) e, 2016, com a fusão do Pacto dos Autarcas com a iniciativa Mayor’s Adapt, o novo e integrado Pacto dos Autarcas para o Clima e Energia.
Separador 3
A adopção de uma abordagem integrada para as políticas ambientais da cidade culminou com o desenvolvimento e aprovação, em 2018, do PAESC, um plano de ação para a energia sustentável e clima e, em simultâneo, um instrumento de monitorização do desempenho ambiental da cidade. Atendendo à evidente transversalidade do PAESC, a Câmara Municipal de Lisboa considera fundamental envolver e informar os parceiros-chave, nomeadamente através da partilha da informação com os cidadãos, as empresas e as instituições da cidade.
Separador 4
A criação dos Observatórios Lisboa materializa o compromisso com a comunicação e informação, disponibilizando dados quantificados sobre consumos de Energia, consumos de Água e emissões de Gases com Efeito Estufa (GEE).
A Câmara Municipal de Lisboa e a Lisboa E-Nova entendem os ‘Observatórios Lisboa’ como uma iniciativa de enorme relevância no âmbito das políticas de sustentabilidade da cidade, em particular como um instrumento de monitorização e comunicação de desempenho. No futuro, é objetivo dos Observatórios Lisboa alargar o âmbito a outras dimensões ambientais da cidade.